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Câncer de Mama: Reconstrução mamária melhora o bem-estar

Câncer de Mama: Reconstrução mamária melhora o bem-estar

Depois de realizar a masectomia, mulheres passam pela reconstrução mamária usando o próprio tecido do seu abdômen para ganhar um significante experimento psicológico, bem-estar sexual e social depois da cirurgia.

Muito estudo foi feito para chegar a esta conclusão, nos Estados Unidos foram analisadas 51 mulheres que passaram por reconstrução mamária nos anos de 2009 e 2010. Durante todos os procedimentos, os cirurgiões usaram pele do abdômen para reconstruir a mama. As mulheres que participaram completaram questionários antes da sua cirurgia. Após três semanas do procedimento, elas responderam mais pergunta, e o mesmo aconteceu após três meses.

Depois do procedimento, as mulheres relataram através do questionário melhoras no âmbito psicológico, sexual e social logo após três semanas da cirurgia. Apesar desse bem-estar, elas ainda continuaram a experimentar pioras no seu bem estar físico, em especial na região do abdômen – onde foi tirado a pele.

Esses resultados podem ser úteis para sobreviventes do terrível câncer de mama que estão considerando reconstruir a mamária.

Reconstrução da mama pode recuperar a autoestima

Como todos sabem a mama é um dos símbolos da identidade das mulheres. A sua extração por conta da doença significa muito, tanto do ponto de vista psicológico da mulher quanto físico. Por isso, a sua reconstrução é de extrema importância para que o paciente consiga, aos poucos, recuperar a sua autoestima para auxiliar o tratamento de câncer e o restabelecimento do convívio social.

Aos pacientes que são submetidas à mastectomia, o objetivo principal da cirurgia reconstrutora é a reabilitação de toda a estética, retirando do paciente o estigma do câncer e da mutilação. O retorno da condição física pré-câncer é extremamente fundamental nesse processo. A microcirurgia constituem mais uma opção para as mulheres mastectomizadas pela menos agressão da parede abdominal e pelo retorno da sua vida habitual pré-operatórias.

O tipo da cirurgia que irá ser feito para reconstrução da mama depende com o tamanho e localização do tumor biótipo do paciente e o seu volume de mama. Pacientes que são magras e com mama contralateral pequena apresentam melhores condições para a reconstrução da mama com o expansor de pele e a colocação da prótese de silicone. Já as mulheres obesas ou com a mama grande, a reconstrução pode ser feito com a prótese de silicone de maior volume ou com tecidos das costas ou abdômen, com ou sem próteses.

As cirurgias reconstrutoras são realizadas após a retirada do tumor. Dessa forma, diminui-se o tempo da internação e reabilitação social. Quando a reconstrução da mama é feita de forma imediata, a paciente não precisa conviver com a mutilação total ou parcial do seio. E por isso, a experiência se torna menos traumática para as mulheres.

Dependendo de alguns casos, a aréola e o mamilo são retirados durante a mastectomia. Sua construção é feita, geralmente, entre dois e três meses depois que foi reconstruído a mama. A reconstrução é feita com parte do mamilo da outra mama, pele própria da mama e cartilagem da orelha.

A escolha vai depende apenas do tamanho do mamilo e das condições de pele do local. É importante ressaltar, que cabe somente ao cirurgião plástico determinar as condições da pele para reconstruir a aréola e o mamilo.

Escrito por Roseane Gouvea

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