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Auto aceitação do corpo: Lembre-se sempre que felicidade não é estar no padrão

Auto aceitação do corpo: Lembre-se sempre que felicidade não é estar no padrão

O que nos define? Nossa relação familiar, os nossos interesses ou aquilo que está dentro dos nosso ideais, sentimentos ou criatividade?

Com esses aspectos é possível é comum acharmos que nós resumimos a corpo. E sabe porquê? É o fato de estar fora de um padrão que gera tanto julgamento, preconceito, tristeza e insatisfação.

No verão, há muitos que acreditam que é necessário estar com o corpo magro para ser extremamente feliz. É muito falado em até o “corpo de praia”, como se fosse necessário aproveitar o sol, areia e o mar. Com mais um ano entrando, é hora de refletir se essa vontade de mudança tem como o objetivo principal de atender a um padrão.

Essa reflexão pode levar a vários questionamentos. Você já se perguntou se realmente quer emagrecer para você ou para o que os outros vão pensar? Ou se sua alimentação é de culpa ou tentativa de compensação? E até mesmo se é correto aderir as dietas milagrosas que trazem inúmeros desconfortos e efeitos prejudiciais ao seu corpo?

Pensar nesses questionamentos e buscar respostas dentro de si, ajuda mais que nunca a conhecer a si mesmo e também contribui para a auto aceitação que tanto demoramos a entender.

Um conceito importantíssimo é ter em nossa mente que nem sempre ser magro foi ou é sinônimo de beleza. Assim, quanto mais presentes os estímulos visuais encontrados em redes sociais, for definido como modelo para nós mais tomamos o corpo magro.

Porque desejamos ser belos?

Se a magreza ainda é colocada para muitos como sinônimo de beleza, atrás disso, há uma pergunta anterior a se fazer sempre: Porque buscamos tanto em nos agradar esteticamente?

No livro de Naomi Wolf – O Mito da Beleza, ela explica o seguinte: As qualidade que são determinadas no período nas mulheres são apenas símbolos do comportamento feminino que o padrão ou período julga ser desejável. O mito da beleza é nada mais que uma realidade que determina que o comportamento é não a aparência.

Desde criança, é muito normal que as meninas ouçam por pessoas desconhecidas ou familiares que estão ou são bonitas. Isso muitas vezes é valorizado mais do que suas notas escolares. Com os meninos, os brinquedos estimulam a força e a valentia. Segundo a psicóloga Amanda, ela refere que com a tendência de se aceitar na vaidade masculina, a baixa autoestima está relacionada com o corpo.

A busca pelo corpo perfeito a qualquer custo vai envolvendo o discurso da saúde. É a partir daí, parece que ser muito magro é sinônimo de ser saudável, quando na verdade as dietas malucas e atividades físicas exageradas nem sempre levam a um estado de saúde física e mental positiva.

Para alguns, quando a dieta maluca toma o lugar de um processo de reeducação alimentar, as consequências podem contribuir para a desconexão do seu corpo. Alguns exemplos são: Se uma pessoa pega uma prescrição de dieta elas devem seguir. Já que elas possuem essa dieta, elas pensam que não devem mais parar para observar o seu corpo e os sinais que ele dará.

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