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Epilepsia canina: sintomas e tratamentos

Epilepsia canina: sintomas e tratamentos

A epilepsia canina é a causa mais comum de convulsões repetidas e sem uma causa especifica em cachorros, responsável por cerca de 40% dos casos. Essas crises são causadas por uma descarga elétrica anormal e excessiva, que acontece sem ter uma causa conhecida como destacados no trecho anterior. Acompanhe esse artigo que iremos disponibilizar mais informações precisa.

Como resposta ocorre várias alterações neurológicas e musculares, o que resulta nos movimentos bruscos característicos da convulsão. A intensidade causada pela epilepsia pode variar de um animal para o outro.

O primeiro episódio é quando um cachorro tem 6 meses e 3 anos de idade, porém, não é incomum que as crises comecem com 5 anos ou mais para alguns pets. Alguns relatos clínicos apontam que quanto mais jovem o cachorro for mais difícil será de controlar a doença.

Embora a frequência varie bastante de tempo, as convulsões tendem a ocorrer em intervalos regulares, com semanas ou meses entre as crises. E conforme o cachorro vai envelhecendo, a epilepsia canina vai se agravando e os episódios se tornam mais frequentes, ou seja, com intervalos menores e com mais gravidade.

Quais são os sintomas da epilepsia canina?

Dias ou horas antes de uma crise, o cachorro pode apresentar alguns comportamentos incomuns, como ansiedade ou inquietação. Por isso, os sinais costumam aparecer no momento antes da convulsão são: salivação excessiva, movimentos estereotipados, comportamento anormal e vômitos.

A epilepsia canina se manifesta apenas de duas maneiras: com convulsões generalizadas ou focais. Na primeira, acontece uma descarga elétrica que afeta todo o corpo com aumento extremo de tensão nos tônus muscular. Na sequência, inicia-se um ciclo de revezamento entre tônus e relaxamento, que causa movimentos bruscos.

Já as convulsões focais são menos comuns. Essa convulsões atingem apenas regiões especificas do corpo.

Em uma grande maioria dos casos, durante a convulsão em cachorro, o animal fica inconsciente, mesmo se tiver com os olhos abertos. Mas alguns deles têm algumas versões mais amenas das crises e podem ficar conscientes durante toda a epilepsia, que dura de 2 a 3 minutos.

Em algumas situações mais incomuns, o cachorro pode ter sinais de diarreia, desconforto abdominal, salivação excessiva, vômito, deglutição e lambedura compulsiva. Por isso, esses sintomas costumam durar horas nos cães. Algumas raças, costumam ter um versão de sintoma mais leve da generalizada.  

Quais são as causas?

Muito pouco se sabe da causa, porém, tudo indica que a condição tenha fundo genético e seja transmitida de geração para geração. Portanto, independente de manifestação da doença, os cachorros estão aparentemente normais e saudáveis.

Algumas raças que teve comprovação cientifica são: beagle, pastor alemão, border collie, pastor belga, keeshond, Golden, labrador, vizsla, bernese moutain e Springer spaniel inglês.

Qual é o tipo de tratamento?

Antes de tudo é necessário que o cachorro realize exames para se ter um diagnóstico preciso. E isso será feito apenas por um médico veterinário.

Uma dica importante é: fique atento e anote os detalhes dos episódios de convulsão do cachorro ou que indique alguma mudança na rotina.

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