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Síndrome do Impostor: Conheça essa síndrome e saiba lidar com ela

Síndrome do Impostor: Conheça essa síndrome e saiba lidar com ela
Síndrome do Impostor: Conheça essa síndrome e saiba lidar com ela

Rachel Bucham, psicóloga britânica, descreve a Síndrome do Imposto como uma crença interior em que as pessoas se veem como insuficiente. Segundo ela, as pessoas vivenciam isso e criam esses sentimentos no trabalho, porém, a Síndrome também pode se manifestar em outros contextos, por exemplo, na nossa vida social.

A Síndrome do Impostor afeta qualquer pessoa. E pode se manifestar em diversas razões, entre elas, na classe social de uma pessoa, a maneira como ela foi criada ou por questões emocionais que a pessoa esteja vivendo naquele momento.

Crescido na Irlanda do Norte, Noel Ferguson foi criado durante os anos em que teve conflito entre protestantes e católicos no país. Sua família era extremamente pobre e ele cuidava dos seus pais, que estavam doentes. Em um certo período, Noel foi diagnosticado com câncer, o que afetou seu desempenho na escola. E isso fez com ele se sentisse que não era bom o suficiente naquilo que estava fazendo.

Noel fez cursos de liderança e administração e explica que ele tenha usar a síndrome para certas finalidades. “Eu sempre tive consciência dessa síndrome, mas não tinha ideia do que era isso” – relembra Ferguson. Ele mesmo relata que quem possui a Síndrome do Imposto, deve sempre tentar superara-la do que tirar proveito do sentimento.

A pesquisadora Kate estuda a Síndrome do Impostor. Em sua antiga profissão, Kate era a única mulher integrando uma equipe no setor bancário britânico Barclays, em um período que enfrentou essa síndrome. Kate Atkins compartilha com a BBC algumas sugestões de como saber lidar com esse problema, tais como, fale sempre sobre o assunto, reconheça os seus sucessos, não atribua nunca as suas conquistas por sorte, aceite que já grande possibilidade de você fracassar em algum dia da sua vida e de que ninguém é perfeito.

Engenheira de softwares que não enxergava as pessoas parecidas com ela

Cate é britânica e trabalhou com engenharia de softwares, atividade que ela já exerceu na Austrália, Reino Unido e Canadá. Atualmente, ela lidera um grupo de engenheiros para desenvolvimento de aplicativos.

Cate relembra que em um dado período, trabalhou em uma equipe que havia mais homens do que mulheres – “Quando você está em um situação em que você olhar ao seu redor e não vê muitas pessoas que se parecem com você, é fácil se questionar porque as coisas não estão indo muito bem e se você se sente menos confiante por aquela razão” – completa ela.

Doreen Anselm também teve problemas com a Síndrome do Impostor. Durante seis anos ela foi a única profissional negra que trabalhou com uma equipe de médicos em um hospital no condado de Cambridge Shire. Ela relata a BBC que tinha uma sensação horrível de não pertencer aquele grupo.

Durante cinco anos, Doreen tinha uma sensação de não ter conseguido o emprego porque merecia, sentia todos os dias que não era inteligente o suficiente ou que não falava um bom inglês, porque tinha sotaque caribenho.

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