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Saiba como funcionam os microchips implantados sob a pele que permitem que os indivíduos paguem sem precisar de dinheiro ou cartão.

Saiba como funciona os microchips implantados sob a pele que permitem que os indivíduos paguem sem precisar de dinheiro ou cartão.
Saiba como funciona os microchips implantados sob a pele que permitem que os indivíduos paguem sem precisar de dinheiro ou cartão.

A pequena saliência da mão de Dave Willians possui um tamanho de um grão de feijão e fica entre o indicador e o polegar. É quase imperceptível, porém, quando Dave utiliza para abrir a porta da sua casa chama a atenção de muitos curiosos.

Dave Willians é um engenheiro britânico que possui um microchip implantado sob a sua pele que é nada mais que um circuito eletrônico que funciona com a tecnologia sem fio. Em uma entrevista para a BBC, Dave conta que decidiu implantar o microchip por possui uma memória muito curta para que ele não entre em pânico quando esquecer as chaves de sua residência.

Um RFID, permite acesso remoto a informação que deseja. Esse RFID é um dispositivo usado para antirroubo, chips de identificação para animais e em estações de esqui. Também são presentes nos passaportes eletrônicos e smartphones.

Portanto, nos últimos anos, o seu uso em humanos ganhou ainda mais destaque. A Suécia já lidera essa mega tendência. Acompanhe esse artigo que iremos explicar tudo sobre os microchips implantados sob a pele humana.

O assunto ganhou destaque em manchetes no ano de 2015, quando a Epicentes, uma empresa de tecnologia causou certa polemica ao anuncia que implantaria microchips em seus funcionários. Com um giro da mão, eles conseguiriam entrar no prédio, pagar café e usar a copiadora.

O microchip permite que os indivíduos realizem pagamento sem nenhum tipo de contato, uma prática muito comum na Suécia, onde apenas 1% das transações são feitas com dinheiro. Algumas dessas transações são feitas na companhia de trens.

A companhia de trens SJ, é a primeira do mundo (considerada a maior) a aceitar esse tipo de pagamento. Quando a pessoa passa o cobrador, alguns passageiros colocam a sua mão perto do smarthphone do cobrador que fica com o seu aplicativo aberto. E então, a passagem sai totalmente impressa. 

Cada pessoa que possui um microchip deve se inscrever no site da SJ para obter um número e poder pagar. O diretor de comunicação da companhia, conhece o sistema muito bem, e ele próprio possui um chip na mão.

A tela do smartphone do funcionário indica que o passageiro possui uma passagem comprada. Através do aplicativo ele vê o nome da pessoa e o seu número.

O microchip usado na companhia de trens é opcional. A única informação que a SJ lê do microchip é o programa de fidelização do número de membro. Esse número não é confidencial, isto é, a privacidade dos clientes fica totalmente garantida.

Atualmente, essa tecnologia é usada apenas na empresa para viagens regionais. Mas, Sthephe Ray, diretor de comunicação, analisa um plano de ampliar o alcance. Ainda assim, Ray acha que nunca será obrigatório para os clientes fazer a implantação do chip.

Ray ainda acrescenta que a ideia é que essa iniciativa se estenda para outras áreas do tipo, cartão de crédito, pagamento da vida cotidiana e entre outros. No entanto, nem todos são a favor de implantar um chip em seu corpo ou muitos ainda não possuem uma visão tão otimista sobre os microchips.

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