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A história verdadeira do Drácula

O Drácula não vivia no Castelo de Bran, Não era uma atração turística popular? Como um líder político? As repostas são duvidosas e incertas. Mas através desse artigo tentaremos esclarecer. Para isso, vamos seguir os rastros do verdadeiro Vlad III na Romênia atrás dessa enigmática verdade.

Para conhecer o castelo do Conde Drácula é necessário possuir alguns itens essenciais: malas arrumadas, passaporte em ordem, mapa da Transilvânia, kit com alho, bateria da máquina fotográfica e crucifixo para garantir. E advinha só qual desses itens será completamente inútil nessa viagem?

Jogue fora o guia da Transilvânia para o pequeno vilarejo de Arefu, a cerca de 180 km de Bucareste, na capital de Romena.

Foi lá que o Vlad Dracul defendeu seu território contra ataques do Império Otamano. Na época, ele era governador da Valáquia, uma província da romena que ocupada quase todo o sul. Apesar de ter resistido durante anos, Vlad acabou derrotado pelo otomanos. Não antes de ter matado de formado cruel, dezena deles, e construído uma reputação de um vampiro.

A lenda dessa história de sugar o sangue é uma história velha, que existe desde a Antiguidade. Não dá para saber ao certo se algum dia a pratica deixará de ser lenda. Se depender de Vlad, a mania de chupar sangue continua fazendo parte da ficção. Ele era extremamente cruel, é verdade. Porém, a sua prática era o empalhamento que funciona assim: você pega uma estaca de madeira e introduz em posição vertical no anus do seu maior inimigo e o assiste até a morte por horas ou até mesmo dia.

A crueldade de Vlad que seus inimigos ajudaram a propagar serviu de um inspiração para um irlandês, escritor, que publicou “Drácula” em 1897. E hoje, essa publicação só perde para a Bíblia.

O famoso castelo de Bran, localizado no estado de Transilvânia entra na conta. Isso tudo sem o escritor ter posto os pés na Romênia.  Porém, o mérito do castelo não é só dele. O setor de turismo aproveitou que a fortaleza, que foi construída em 1211, era muito parecida com a descrição de Stoker e então, colocou na lista de sugestão para os turistas em roteiro dos viajantes.

Se Vlad III já colocou seus pés no castelo, ninguém sabe. Embora muitas relações públicas do Castelo, garanta que ele tenha ficado pelo menos um período de 10 dias na condição de prisioneiro do rei da Hungria, não há nenhuma prova dessa passagem do príncipe pelos aposentos. Aliás, onde ele supostamente ficou preso nem está aberto aos turistas que passam por lá. Alexandra Cojanu, afirma que justamente neste local, funciona o seu escritório e a entrada é totalmente proibida.

Para maior parte dos romenos, o Vlad II representa coragem e amor pelo país. Lá, ele é tratado com um herói nacional. As dezenas de estatuas, demais distinções espalhadas por lá, comprovam essa impressão. Sobre os métodos de extermínio, as respostas pelos os que admiram mostram que os fins, justificam sem sombra de dúvida os meios.

Escrito por Fabricio Pontes

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