14 de agosto de 2011 ás 23h06 por Diogo Barros
Polo mineiro de eletrônica aprende a driblar poder chinês – Parte 2

A primeira providência tem sido a de promover investimento maciço em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), tanto no ambiente acadêmico quanto no industrial. Cresce, entre as empresas da cidade, o uso de recursos subvencionados de instituições federais, como a Finep. Números do Sindvel (Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica) mostram que são investidos a cada ano entre 8% e 10% do faturamento em P&D. A segunda iniciativa do Vale está no esforço de desenvolver produtos que não são classificados como commodity eletrônica.
Agnaldo Brito, Folha.com
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